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Com foco no crédito, Brave Asset "engatinha" no imobiliário esperando colher frutos em novo ciclo

Amanda Meneses

Luiz Bastos, sócio e diretor de Relações Institucionais da Brave Asset

Criada pouco antes da pandemia por executivos de longa estrada no crédito, a Brave Asset acumula um AuM de R$ 5,5 bilhões com a mentalidade de ser “sempre conservadora”. A casa, que surgiu com iniciativa de Diego Coelho, iniciou sua trajetória no segmento de FIDCs em 2019, abrangendo posteriormente também a previdência e renda fixa, agora mira um novo setor, mas ainda com foco no crédito estruturado: o imobiliário. 

“Estamos sempre pensando em outras oportunidades, mas colocando na balança se faz sentido ser reconhecida como uma gestora de nicho, especialista e com muita profundidade em uma tese ou criar uma nova área na Brave e começar a ter teses diferentes”, conta Luiz Bastos, sócio e diretor de Relações Institucionais da Brave Asset.

O plano da casa, que analisa o momento como “bastante contraditório e até perigoso”, devido à alta demanda de investidores, mas com Selic em patamar restritivo tornando a originação de ativos mais desafiadora, é seguir conservadora e pulverizar as carteiras, como de costume, e ainda “engatinhar” na estratégia no imobiliário enquanto aguarda novo ciclo benigno para o setor. Confira:

Pode contar um pouco sobre a história da fundação da casa e o que motivou sua criação?

A Brave é uma gestora de crédito, renda fixa e produtos estruturados, criada logo antes da pandemia, no início de 2020, iniciativa principal do Diego Coelho, meu sócio, diretor da gestão. A tese é essa, porque ele já trabalha já trabalhava com isso desde pelo menos 2007, quando ele, gaúcho, de Porto Alegre, vem para São Paulo montar outra gestora, hoje também relevante no mercado. A partir de 2007 ele faz gestão e criou alguns dos principais fundos de renda fixa e produtos estruturados que existem, e eu, paralelo a isso, sempre mais na área comercial, trabalhei em private banking, depois em single family office e, no início de 2020, me junto ao Diego. A Brave é uma gestora que começa com um DNA muito focado em FDICS.

Como está o portfolio e o AuM da casa?

Hoje, temos ao redor de 30 FIDCs sob gestão, mas uma gestão verticalizada, onde temos os FIDCs embaixo, gestão própria, e em cima temos os fundos de captação. Temos fundos de captação nas principais plataformas do Brasil, passando por BTG, XP e também Itaú. Temos fundos desde mais conservadores e mais líquidos, D30, passando por um D90, até chegar a um high yield, um fundo mais longo, um 180, obviamente, com mais risco e potencial maior de retorno. Atualmente, estamos chegando em R$ 5,5 AuM com um passivo bastante bastante pulverizado entre plataformas, multifamily offices e assets. Falei um pouco da tese de FIDCs, mas depois temos uma tese importante aqui, o crédito privado. Depois de alguns anos no mercado, nosso passivo nos provocou a fazer um fundo de previdência. Em 2023, lançamos nosso fundo de previdência, que, na medida ativa, tentamos replicar o perfil dos nossos outros fundos. E é principalmente um perfil muito conservador, qu trabalhamos para ser o fundo mais consistente e com o mínimo de problema possível. Isso, a gente vem conseguindo entregar e replicamos no mercado de previdência com as limitações da SUSEP que nos impedem ou limitam a nossa exposição em estruturados, no nosso caso de FIDCs em 25%. Entramos no crédito privado alocando em debêntures financeiras sempre buscando as mais óbvias, uma análise muito criteriosa de crédito, e as mais curtas para tentar trazer o mínimo de volatilidade possível e replicar, como falei, a estratégia que temos nos outros fundos.

A Brave asset surgiu no período pré-pandemia, e houve muita mudança no mercado nesse período. O que permanece igual desde a fundação e o que mudou na visão de negócios ao longo dos últimos anos? 

O interessante é que criamos a Brave asset não pelo momento do mercado, e sim por estar no nosso DNA a estratégia. Acho que esse é o nosso diferencial. Vender FIC e FIDCs naquela época era um grande desafio. Primeiro, porque ainda era uma estratégia não tão conhecida e com algum tipo de restrição ou preconceito no mercado. O ativo, por si só, não é fácil de vender, então existia principalmente nesse passivo mais de plataforma algum tipo de distanciamento dessa tese. Além disso, naquela época vimos uma Selic, ainda que por pouco tempo, a 2%, então o mercado um mercado pujante de ações e multimercados e renda fixa de escanteio. Com a pandemia, que para a minha geração, do Diego e de outros sócios da Brave asset, foi um grande desafio, porque a gente nunca teve esse tipo de experiência de reuniões virtuais. Foi muito difícil se adaptar a esse formato, que hoje acho que tem suas grandes vantagens. O cenário mudou completamente em relação à oferta e demanda desse nosso produto, mas o nosso DNA não mudou. A gente segue fazendo o que sempre fez, de maneira muito conservadora, muito responsável, desde o início. Fecha os fundos com muita frequência. Dada toda essa demandaque existe nesse mercado de FDICS, a gente, quando tem os fundos abertos, a gente capta com muita velocidade. Então, a única forma de controlar o crescimento dos nossos fundos vis-à-vis passivo e ativo é fechando os fundos. Ao manter os fundos abertos e captando com muita frequência, dificilmente tenho a capacidade de originar na mesma velocidade, então a gente acaba fechando primeiro para respeitar o passivo atual do fundo, para o caixa não aumentar muito e, consequentemente, não diminuir o carrego, mas principalmente para o passivo não colocar pressão na gestão na originação de ativos. Pode ser um problema começar a cair armadilhas e talvez baixar a régua de crédito aceitando ativos que talvez não estejam tão alinhados com o nosso perfil de risco. A Brave asset tem 6 anos, e nesses 6 anos, fechamos todos os nossos fundos da captação pelo menos três vezes.

Hoje, estamos em R$ 5 bi de AuM, talvez poderia estar tranquilamente com entre R$ 10 bi e 20 bi, mas um problema numa cota, principalmente em renda fixa, é o limiar de estresse. É muito sensível, muito baixo, qualquer cota abaixo do CDI faz com que o passivo fique muito a risco. Isso pode ser um grande problema.

Vocês estão nas principais plataformas, mas também possuem contato com investidores institucionais. Como era e como está o perfil dos clientes da Brave?

Já tivemos um relacionamento muito próximo e. um passivo dentro da Brave, desde o início, tanto no institucional, muito mais assets de bancos e outras assets independentes e multifamily offices e single family offices como parceiros nossos. A mesma coisa com plataformas. Desde o início da Brave, tivemos fundos nas plataformas, o que vem evoluindo, isso é muito saudável para a gestora. A gente vem conseguindo diluir o passivo entre mais plataformas e entre outros institucionais. A concentração que já foi, no início, os cinco maiores representando 100% do nosso passivo. Em algum momento, os cinco maiores foram 70% do nosso passivo. Hoje, já estão abaixo de 60%, indo para 50%.

O mercado de FIDCs passou por uma forte expansão. O que explica esse crescimento?

Da pandemia para cá, o mercado mudou, como sabemos, completamente de patamar, e veio junto a isso muita volatilidade, cenários internos e externos adversos, o que fez com que renda fixa voltasse a ser a potência que sempre foi no Brasil. E o FIDC, por uma série de fatores, passou a ser muito demandado. O principal deles foi a tributação em estruturas de fundos exclusivos, isso de dois anos para cá. Dito isso, uma outra parcela do passivo, principalmente de multifamily offices e assets, começou a buscar estruturas financeiras que tivessem isenção de comicotas e o FIDC se encaixa nelas. Então vemos, nos últimos dois anos, uma demanda intensa de FIDCs, ou estratégias que invistam em FDICs, como nunca vimos antes.

O aumento dos pedidos de recuperação judicial nos últimos anos mudou a forma de analisar risco? Como estão avaliando atualmente setores como agronegócio, varejo, indústria e middle market? 

A Selic, nesse patamar, mas principalmente há tanto tempo, acaba prejudicando o setor como um todo. Não existe um setor único, o país acaba sofrendo bastante estrangulado por crédito tão caro. Vimos empresas triple A, que nunca imaginamos, hoje, com problemas financeiros a ponto de pedir RJ. O cenário é muito mais desafiador e não vemos mudanças importantes para que isso melhore, pelo menos no curto e no médio prazo, mas é o que a gente sempre fez, sempre fomos conservadores, não é que teremos que ser conservadores pelo cenário atual, sempre tivemos esse perfil. E como a gente vem escapando dessas balas que não nos matam, mas às vezes nos arranham? Acho que o único almoço grátis que temos no mercado financeiro é pulverizando carteira. Isso qualquer um pode fazer, e fazemos de maneira muito disciplinada e rigorosa, independente do risco,

sempre temos uma carteira extremamente pulverizada. Se disser que não estivemos em alguns dos eventos  de crédito nos últimos seis anos da Brave eu vou estar te mentindo, nós estivemos em vários, mas sempre de maneira muito responsável e pulverizada e isso passou de forma praticamente despercebida para o nosso passivo final, com o mínimo de volatilidade possível nas nossas cotas. É a maneira que a gente consegue se proteger.

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No cenário atual, pode ter análise de crédito, balanço, mas se não tiver uma diversificação, o risco vai chegar em ti, não é questão de “se” é de “quando” vai ter problema. Exemplo, nos fundos de plataforma, no Brave 30 e no Brave 90, não temos nenhuma alocação maior do que 3% da nossa carteira, lembrando que o mais importante de tudo é que a carteira do FIDC em si seja muito pulverizada. A gente tende a dormir mais tranquilo que nossos pares. Qual é o ônus disso? O primeiro deles é tender a não ser a gestora que mais rende numa janela de curto prazo, mas nessa janela no longo prazo, por baixa volatilidade, nos destacamos em performance, mas como consequência, não como objetivo principal. Outra é que nosso capacity bate na tampa com muita frequência. Fechamos os fundos pra captação com muita frequência enquanto não vemos os pares fazerem isso e crescendo de maneira exponencial. Crescemos muito bem, mas poderia ser muito mais dada a demanda do passivo hoje. Hoje, tenho tranquilidade de dizer que a gente poderia dobrar de tamanho nos últimos anos e eventualmente nesse ano também, mesmo sendo uma gestora de R$ 5 bilhões. Mas não é o que a gente busca. 

Mesmo com a pulverização, há segmentos do mercado em que vocês preferem não atuar neste momento? 

A gente, obviamente, evita e não trabalha com “polêmicos”, digamos, se envolver com bebidas alcoólicas, fumo e qualquer que seja. No agronegócio, por exemplo, alguma empresa ou produtor que se envolve com qualquer tipo de exploração ilegal, trabalho escravo. Fazemos realmente uma análise muito profunda e estamos sempre longe desse perfil de cliente. Em relação a setores, tratamos de pulverizar detalhes em todos, mas às vezes de forma estratégica. Um exemplo, na pandemia, o varejo como um todo estava sofrendo muito, e naturalmente nossas carteiras diminuíram nessa estratégia, mas o agronegócio viveu o seu melhor momento, então quem sustentou o crescimento e a performance da nossa gestora naquele momento foi o agronegócio.

Passa a pandemia por uma série de fatores e isso inverte de maneira quase totalmente proporcional ao que foi antes. O agronegócio passando por um momento muito desafiador. Então diminuímos a carteira do agro, mas não saímos do agro, porque acreditamos e gostamos do setor. Temos agropecuaristas e famílias agropecuaristas e agrônomos na Brave, que sabem muito bem onde estão as oportunidades e principalmente os riscos dessa estratégia. Vamos sempre dosando de acordo com o momento.

Não temos bola preta para setores, mas vamos colocando pesos e alocações de acordo com o cenário econômico. As oportunidades estão em todos os setores. 

Há muita mudança no mercado, na legislação, como a abertura de FIDCs ao investidor de de varejo e a própria CVM 175. Como veem essas mudanças? Q que está no radar de vocês?

Na esteira das mudanças que foram realmente importantes, principalmente com a CVM 175, que impactou diretamente a nossa principal estratégia, que são FIC-FDICs. Antes da 175 eram FIC-FINS e hoje são FIC-FIDICS, com travas e alocações mínimas e máximas, principalmente mínimas e importantes, que estão a ser respeitadas. Veio o IOF, ou seja, hoje o IOF é na cabeça e isso assusta muito o passivo. Tivemos dificuldade no início dessa transição da 175 e da implementação do IOF, de mostrar para o passivo que, ainda que tenha esse custo na entrada, é muito mais vantajoso do que a isenção de come-cotas ou da tributação de come-cotas que a gente passou a ser isento. Mas foram momentos de ajustes que, no final do dia, nos tiram da zona de conforto e nos fazem pensar em novas estruturas, mas que vemos como vantajosas. Hoje, temos estruturas que, sendo FIDCs e estando alocados com mais de 67% de cotas, temos exceção de come-cotas. É um benefício muito importante, e a tributação no resgate é fixa em 15% e não tabela regressiva. Então, é realmente saber se adaptar. O mercado financeiro do Brasil é reconhecido por ser muito adaptável e muito ágil nessas mudanças estruturais ou econômicas. 

A Brave possui forte foco em crédito estruturado. É do interesse de vocês ampliar as verticais? E lançar novos produtos no horizonte de curto, médio prazo?

Isso é uma conversa que temos com bastante frequência. Existem vantagens e desvantagens em ser monoestratégia ou multiestratégia. Nós começamos mais com o FIDC e depois nos voltamos para o crédito privado com fundo de previdência e renda fixa. É uma tese que hoje já está muito bem aprovada e consolidada no nosso setor, chegando em R$ 600 milhões dentro da Brave. Agora, estamos sempre pensando em outras oportunidades, mas colocando na balança se faz sentido a gente ser reconhecida como uma gestora de nicho, especialista e com muita profundidade em uma tese ou criar uma nova área dentro da Brave e começar a ter teses diferentes.

Até podemos abrir um pouco o leque, o que estamos fazendo agora com o imobiliário, por exemplo, a tese está começando, está engatinhando aqui dentro, mas sempre voltado para o que a gente sabe fazer, que é crédito. Se me perguntar, Luiz Paulo, vocês têm interesse em montar um fundo multimercado ou uma estratégia de ações na Brave? Eu confesso que não. Acho que foge um pouco e a gente perde principalmente a experiência e a expertise que nós temos. 

Falando dessa entrada em imobiliário, como isso está acontecendo, tem algum prazo para sair do papel?

Como todas as outras estratégias que temos aqui, só começamos a investir, de fato, em uma nova tese, quando trazemos um empresário para ela. Dito isso, contratamos um profissional com muita experiência, muito alinhado aos nossos valores e princípios, e que começou há pouco menos de um ano. Nosso objetivo nessa tese é muito mais começar a “plantar” nesse momento, que ainda está muito difícil para o mercado imobiliário, com a Selic tão alta, para colher no momento adequado. Estamos falando com o mercado, criando já algumas estruturas financeiras, entre elas o FIDC para o mercado imobiliário, mas muito mais pensando para quando esse mercado virar e, como tudo no Brasil são ciclos, na economia, estaremos preparados para poder surfar essa onda. É algo ainda incipiente, mas hoje já tem uma pessoa dentro da Brave olhando 100% do seu tempo para o mercado imobiliário.

O mercado tem falado muito sobre democratização do crédito. Como a Brave enxerga esse movimento? Têm interesse em companhias menores? 

Na área de FIDC, especificamente, acabamos atingindo todo o perfil de empresa, pequenas, médias e algumas grandes. Focam muito pequenas e médias, principalmente muticedente e multissacado. Então, atuamos de maneira consistente no mercado como um O mercado de capitais cada vez mais ganha no espaço num segmento que era dominado pelos grandes bancos. Isso falando do lado de ativos. Falando do lado de passivos, um ponto que a gente sente, principalmente eu, que estou nessa frente de captação em relação com investidores, sinto muita clareza, é a demanda dos nossos fundos, da nossa estratégia, para todo tipo de passivo, em algum momento foi muito mais institucional, depois para plataforma, mas ainda assim, plataforma mais alta renda, e hoje, por uma série de motivos, principalmente performance histórica e benefício tributário, vemos inclusive mais varejo buscando o nosso produto. O que, por um lado, é muito bom, porque traz mais oportunidades, mas, por outro, todo o cuidado é importante, porque o FIDC é uma estratégia que acreditamos e tem um risco retorno interessantíssimo, é uma estrutura financeira que aceita qualquer tipo de recebível, de qualquer tipo de empresa, e normalmente, o investidor final lá na ponta não tem acesso a esses detalhes. Por isso é muito importante sempre investir ou trabalhar com gestoras responsáveis, com experiência nesse mercado. Não é do dia para a noite que você cria uma gestora de FIDCs.Vivemos um momento bastante contraditório e até perigoso, porque, por um lado, a demanda de passivo aumenta muito, mas pelo lado de ativos, com Selic em patamar tão altom a origem de ativos está muito desafiadora. É muito recurso entrando para pouco ativo disponível, pelo menos no nosso critério de avaliação de risco, para ser investido. Às vezes, vemos FIDCs sendo estruturados numa estrutura de capital que não está muito bem amarrada, o que pode ser uma armdilha no longo prazo. Não estou dizendo que vai acontecer, mas é um momento de muita tensão, com um descasamento importante da velocidade e demanda de captação de ativos e passivos para capacidade e oferta de ativos.

Atualmente, a casa está com R$ 5 bi de Aum. Quais os planos e metas, aonde querem chegar? Crescimento inorgânico faz parte dos planos?

Essa é uma conversa que nós temos também, obviamente, semestralmente, entre os sócios, e sempre tratamos de fazer essa informação reverberar para todos os colaboradores. É difícil falar em crescimento dado o cenário. Esse ano de 2026, principalmente, a gente já sabia que seria difícil pelo cenário econômico, pelo cenário político, ano de eleições sempre tende a ser um ano mais tenso, de muita insegurança principalmente, e então começa o ano com a nova guerra, fatores externos também acabam influenciando diretamente o nosso negócio. Esse é um ano que, se a gente crescer essa equipe, é um ano que a gente vai estar muito feliz. É um ano de olhar para dentro, melhorar as estruturas, pulverizar passivo, reciclar ativos, sempre pensando em pulverização também. É um ano para sair mais sólido e estamos vendo isso acontecer nesses primeiros seis meses do ano. Mais do que tudo, criamos como meta e objetivo ser uma opção responsável e conservadora de investimentos para o investidor brasileiro. Esse é o nosso principal objetivo: ser uma referência no mercado de crédito brasileiro e, eventualmente, no futuro, começar a pensar em outros mercados.


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