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FCA lança regras de repreensão ao greenwashing

Redação Capital Aberto

Fundos que simplesmente adotam os critérios ESG como parte de sua abordagem de investimento não serão considerados sustentáveis | Imagem: Freepik

Na semana passada, o Financial Conduct Authority (FCA), regulador financeiro do Reino Unido, deu um passo importante rumo à repreensão ao greenwashing. A autoridade criou regras que estabelecem três diferentes categorias para os fundos investimento “verde”. O objetivo é ajudar os investidores a navegarem por esse universo com mais clareza, evitando que sejam ludibriados por campanhas de marketing enganosas.  


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De acordo com as regras do FCA, os fundos serão divididos entre aqueles que detêm ativos exclusivamente sustentáveis; os que incentivam as companhias investidas a se tornarem mais sustentáveis ​​ao longo do tempo; e aqueles que estão focados em gerar um impacto positivo no mundo. 

Os fundos que não se enquadrarem em nenhuma dessas categorias enfrentarão limitações no uso de terminologias que dão a entender que eles são “verdes”, como ESG e net zero. As regras também deixam claro que estratégias que simplesmente adotam os critérios ESG como parte de sua abordagem de investimento — a chamada integração ESG — não atendem aos novos padrões do que pode ser considerado sustentável. 

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A iniciativa do FCA se alinha a de outros reguladores ao redor do mundo que buscam coibir o greenwashing. A previsão é que as novas regras entrem em vigor no meio do próximo ano, permitindo que os fundos existentes tenham um tempo para se adequar. “O greenwashing engana os consumidores e corrói a confiança em todos os produtos ESG. Nossas regras ajudarão consumidores e empresas a construírem credibilidade neste setor”, ressalta Sacha Sadan, diretor da FCA. 

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