Responsabilidade dos administradores no século 21: ESG e escândalos corporativos
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Governança Corporativa
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Responsabilidade dos administradores no século 21: ESG e escândalos corporativos
Recentes escândalos corporativos apontam para a necessidade de revisão das práticas de governança
assistao que esperar
As profundas transformações pelas quais a sociedade vem passando têm ressignificado o papel das companhias e, consequentemente, o que se espera dos administradores. A situação fica ainda mais evidente após os recentes escândalos corporativos.Em seu artigo 154, a Lei das S.As. determina que é dever do administrador exercer as atribuições que a legislação e o estatuto lhe conferem para lograr os fins e os interesses da companhia, satisfeitas “as exigências do bem público e da função social da empresa”. Ocorre que, com o avanço da tecnologia e dos princípios ESG, essas exigências já não são mais as mesmas de cinco ou dez anos atrás. O que significa hoje “atuar no interesse da companhia”, considerando o capitalismo de stakeholders? Como agir com a cultura de resultados de curto prazo? Como este contexto afeta o tema da responsabilidade dos administradores?
Para debater essas e outras questões, a Capital Aberto convidou Richard Blanchet e Gabriela Blanchet, sócios do Blanchet Advogados, Deborah Wright, Conselheira do Banco Santander do Brasil e do IBGC, e Fábio Coelho, Presidente da Amec e professor da FGV, para uma conversa no Canal Governança da Conexão Capital.

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O encontro on-line aconteceu no dia 07 de março de 2023.
https://www.youtube.com/watch?v=00ca9LoyDB0
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