Como desenvolver o mercado secundário de ativos ilíquidos no Brasil
Redação Capital Aberto
Como desenvolver o mercado secundário de ativos ilíquidos no Brasil
Especialistas debatem riscos e oportunidades desse mercado
encontro online | 07 de junho de 2022o que esperar
Iniciativas recentes têm buscado fomentar o mercado secundário de ativos ilíquidos no Brasil, como cotas de fundos de private equity, venture capital e carteiras de créditos estressados. O movimento ocorre em meio a discussões entre o regulador e o mercado sobre mudanças na diferenciação entre o público geral e os perfis que podem investir em produtos mais sofisticados.Sem o desenvolvimento de um mercado secundário, o investidor de fundos de private equity e venture capital, por exemplo, só pode resgatar seus recursos no longo prazo. O problema é que essa limitação impacta também o mercado primário, uma vez que, com receio de não terem uma via de saída caso precisem de liquidez, alguns investidores optam por se afastar desses tipos de fundos.
Como desenvolver o mercado secundário de ativos ilíquidos de maneira saudável? Quais riscos e oportunidades ele oferece? Há aspectos regulatórios que podem ajudar a fomentá-lo?
Para responder essas e outras questões, convidamos para mais um encontro na Conexão Capital: Camila Nasser, cofundadora e CEO no Kria, e Filipe Caldas, sócio-fundador da Carbyne Investimentos. Para mediar a conversa, contamos com a presença de Pedro Rudge, fundador da Leblon Equities e diretor da Anbima.
O evento aconteceu no dia 07 de junho de 2022.
convidados




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