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Aquisição de direitos creditórios de empresas em RJ por FIDCs padronizados fica para 2026, diz Marina Copola

Jiane Carvalho

Marina Copola, diretora da CVM
Marina Copola, diretora da CVM

Um dos pleitos da indústria de FIDCs, que segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em junho, contava com um PL de R$ 848 bilhões distribuídos em 3.563 fundos, uma maior flexibilidade para a compra de direitos creditórios de empresas em Recuperação Judicial (RJ), deve ficar para o ano que vem. A informação é da diretora da CVM, Marina Copola, que participou da 8ª edição do Congresso Nacional Anfidc.

Hoje, os FIDCs padronizados só podem adquirir direitos creditórios de companhias em RJ após aprovados e homologados. A proposta, em debate na CVM, propõe que a aquisição possa ser feita antes da homologação, momento econômico mais interessante para que os fundos façam a compra. “A Anfidc nos procurou com este pleito, recebemos contribuições. Está em tramitação na CVM, mas sendo franca, não é uma das prioridades da agenda 2025”, comentou Copola.

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“Outras questões impactaram o desenvolvimento da agenda do ano, então é algo que acredito saia no primeiro semestre de 2026.” Marina Copola, um dos nomes aventados para substituir João Pedro Nascimento, que deixou o cargo de presidente da CVM há alguns meses, acrescentou que “é uma mudança relativamente simples de se fazer, talvez, basta ser aprovando pelo colegiado, talvez sem audiência pública”.


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