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Nu Asset lança dois novos ETFs, de olho no investidor institucional

Amanda Meneses

Reprodução Nubank
Reprodução Nubank

A Nu Asset Management, gestora de fundos do Nubank, lançou nesta terça-feira (16) dois novos ETFs, o Nu Ibov Smart Low Volatility B3 (LVOL11), de empresas mais estáveis, e o Nu Ibov Smart High Beta B3 (HIGH11), que seleciona as empresas mais sensíveis às variações do mercado. Embora sejam abertos ao público em geral, com os produtos, a gestora deve se aproximar do investidor institucional.

A gestora, que já possui outros ETFs em parceria com a B3, como o Dividendos Total Return e o Dividendos Price Return, agora inclui em sua cesta dois novos fundos de índice com perfil diferente. O LVOL11 está atrelado ao Ibov Smart Low Volatility B3, caracterizado pela redução do risco, incluindo empresas com menor volatilidade nos últimos 12 meses. Atualmente, algumas das empresas mais presentes no índice são Ambev, Banco do Brasil, CPFL Energia, Itaú e Hypera. Já o HIGH11, considerado uma ferramenta mais agressiva, e menos de longo prazo, está ancorado no Ibov Smart High Beta B3, com foco em ações que potencializam o retorno em momentos de alta da Bolsa, contando com maior risco. Entre as ações mais presentes no índice estão Usiminas, CSN, Gerdau e Petrobras, consideradas ações de alta liquidez.  

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“A gente espera que traga investidor qualificado, o investidor institucional, e um dos pontos é que renda variável exige um certo conhecimento, uma certa questão de suitability, de conseguir lidar com essa volatilidade do mercado de uma forma mais perene, de uma forma melhor para não tomar as decisões de investimentos ruins no curto prazo”, afirmou Andrés Kikuchi, diretor executivo da Nu Asset Management, em entrevista à Capital Aberto durante coletiva realizada ontem.

Segundo Kikuchi, a expectativa é que a participação desse público cresça ao longo dos próximos anos. “Se a gente traz uma solução de investimento eficiente para a pessoa física, e ela, no fim do dia, é cliente de um investidor institucional indiretamente, porque não, e é o que aconteceu no mercado institucional lá fora, existe uma pressão do próprio institucional de comprar ETFs, então é isso que a gente também almeja que aconteça no futuro.”

Os dois novos ETFs possuem investimento mínimo inicial de R$ 100, com taxa de administração de 0,5% ao ano e liquidez de dois dias úteis (D+2) no caso de resgate. Ambos disponíveis para investidores institucionais ou pessoa física.

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