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Economistas reagem a queixa-crime do BC contra Schwartsman

Bruna Maia Carrion

Economistas não deixaram passar em branco o infame episódio envolvendo o Banco Central (BC) e um ex-diretor seu, o economista Alexandre Schwartsman. O BC registrou uma queixa-crime por difamação, relativa a ofensas que ele teria proferido contra a instituição. Schwartsman disse, no início do ano, que a autoridade monetária tinha uma gestão “temerária” e fazia “um trabalho porco” no controle à inflação”.

Elena Landau, economista responsável por coordenar as privatizações e atualmente apoiadora de Aécio Neves, foi dura em seu Twitter:

Gustavo Franco, que também já esteve à frente do órgão e hoje preside a gestora Rio Bravo, se manifestou várias vezes em sua página no Facebook. “Este não é o Banco Central que eu conheci; esse processo foi uma péssima ideia”, escreveu.

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Uma petição pública sobre o caso foi lançada na internet, com assinaturas de vários economistas de alto escalão, entre os quais Armínio Fraga e Eduardo Giannetti, gurus econômicos das candidaturas de Aécio Neves e Marina Silva, respectivamente. O próprio se manifestou a respeito.

A Justiça de São Paulo negou prosseguimento à ação. O BC não recorreu da decisão e o caso foi encerrado.