Papéis de terceira linha ampliam presença na bolsa


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O cenário é positivo, mas, ao mesmo tempo, representa um desafio para gestores e equipes de análise. As ações mais líquidas do mercado assumem preços elevados e também ficam mais sujeitas às ondas de realização de lucros. Nessas horas, a saída é garimpar opções de investimento de prazo mais longo e potencial de retorno elevado, como as chamadas small caps. De acordo com dados da consultoria Economática, em menos de dois anos dobrou a presença em bolsa das ações de empresas com valor de mercado inferior a R$ 1 milhão. Passou de 30% dos pregões (considerandose os dias em que é realizado ao menos um negócio com a ação), em 2005, para 61,7% no acumulado deste ano (até 25 de julho).
Na Fator Corretora, tradicional no acompanhamento de ações com menor volume de negócios, esses sinais são nítidos. “Idéiasnet é um exemplo. A empresa ficou meio abandonada depois do estouro da bolha da internet, mas só neste ano avançou mais de 100%”, conta Alberto Rodrigues, superintendente comercial. Iochpe, Fosfértil, Weg e Brasil Ecodiesel são outros exemplos de papéis que entraram no radar de investidores e analistas.
