Acordo entre Bovespa e Bolsa do México é previsto para 2007


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Em princípio, um número restrito de ativos estará disponível para negociação. Do lado mexicano, serão 14 empresas — entre aquelas que têm maior liquidez e, ao mesmo tempo, adotam padrões contábeis internacionais — já selecionadas pela CVM e dispensadas de registro no Brasil. O IPC (Índice de Precios e Cotizaciones), principal índice do México, rendeu 44,04% em dólares no ano passado, enquanto o Ibovespa avançou 45,24% na moeda americana. Os papéis mais negociados — América Movil, Wal Mart de México, América Telecom e Cemex — correspondem a 50,3% do índice, mas apenas dois deles estarão disponíveis no projeto. As ações da Bovespa ainda não foram selecionadas porque está em curso a alteração da regulamentação mexicana, que não reconhece o mercado brasileiro.
A iniciativa permitirá que as transações sejam feitas através de corretoras correspondentes. Assim, o investidor brasileiro poderá enviar uma ordem pela corretora com a qual já opera e esta, por sua vez, a remeterá para outra corretora, no México. Segundo a diretora de Relações Internacionais da Bovespa, Cristiana Pereira, o projeto-piloto restringe a participação aos investidores considerados qualificados, conforme o critério estabelecido pela Instrução 409, da CVM.
