Oi ganha fôlego após venda de ativos portugueses

A venda da operação portuguesa foi a solução encontrada para amenizar a polêmica fusão entre Oi e Portugal Telecom, anunciada em 2013. Inicialmente, as duas empresas se juntariam para formar a multinacional CorpCo; os planos acabaram revistos após a PT levar calote no escandaloso empréstimo que concedeu à subsidiária de um de seus principais acionistas.

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O responsável pelo mau negócio não foi descoberto. A PwC foi contratada para investigar o caso, mas no começo de janeiro divulgou um relatório em que concluiu não ser possível apontar o responsável pela operação. O documento também não esclareceu se Zeinal Bava, presidente da Oi que costurou a fusão, sabia do empréstimo. O executivo também ocupou os cargos de presidente e de diretor financeiro da Portugal Telecom.
Enquanto isso, as ações da Oi seguem ladeira abaixo. Em 2014, a ação preferencial despencou 75%. Foi o pior desempenho entre os papéis que compõem o Ibovespa — no mesmo período, o índice caiu 0,66%. Neste ano, até 28 de janeiro, a queda da ação preferencial da Oi é de 31,93%.
Ilustração: Rodrigo Auada
