Diante de crise, corretoras chinesas pensam em IPO


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Para reverter a situação, pelo menos seis corretoras pensam em abrir o capital. O plano é levantar ao todo US$ 6,2 bilhões e empregá-los na diversificação dos negócios. A maioria delas obtém receitas com a execução de ordens de compra e venda de pessoas físicas. Com os recursos, as corretoras pretendem, entre outras coisas, comprar ações para oferecer aluguel e proporcionar empréstimos para depósito de margem aos clientes que operam a descoberto.
Ilustração: Eric Peleias


