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A companhia área Azul não desistiu do mercado de capitais brasileiro. Depois de ter seu IPO negado pela área técnica da CVM, devido à proposta de emitir ações preferenciais com superpoderes econômicos, a empresa recorreu ao colegiado em outubro. A decisão começou a ser avaliada na reunião do dia 22 de novembro, mas foi interrompida pelo pedido de vista feito pela diretora Ana Novaes. Agora, a Azul tenta obter, ao menos, o registro de companhia aberta — o que lhe abrirá as portas para uma futura oferta de ações ou emissão de dívida.



