Propostas de incentivo para PMEs ficam prontas este mês

Cristiana Pereira, diretora de relacionamento com empresas e institucionais da BM&FBovespa, afirma que a concessão do crédito tributário para os emissores não está em discussão no comitê — mas, sim, o crédito ao investidor. A manifestação formal do grupo, segundo ela, será derivada de um consenso dos 25 participantes, dentre eles a Bolsa e o PAC-PME, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, além de entidades, bancos de investimentos e gestoras de recursos.

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Trabalham no projeto cinco equipes, focadas em temas específicos. A frente destinada aos incentivos para os investidores trabalha, neste momento, nos parâmetros que nortearão a isenção fiscal. Serão definidos, por exemplo, o prazo de aplicação e as companhias elegíveis ao investimento com carga tributária reduzida.
Outro grupo discute como os aplicadores investirão nas pequenas e médias empresas. Como a expectativa é de que, além da compra direta em bolsa, usem fundos de investimentos, o comitê analisa se as regras existentes na indústria são adequadas. O objetivo é verificar se a liquidez dos fundos de ações poderá ser conjugada com a baixa liquidez das companhias que farão parte do mercado de acesso. Um terceiro time estuda as regras aplicáveis às ofertas. Nesse item, existe a possibilidade de ser criada uma nova norma, para ofertas de ações simplificadas. Os outros dois grupos avaliam possíveis reduções de custos para os emissores e a necessidade de programas de educação.


