Novatas seguem em inferno astral na bolsa de valores


PUBLICIDADE
Para Álvaro Bandeira, sócio e economista-chefe da Ágora Investimentos, o momento é de aversão ao risco, o que tem feito o investidor migrar para empresas mais tradicionais e líquidas — as “blue chips”. “Nessa hora, quem sai perdendo são as companhias novatas, que carecem de um histórico de atuação e de governança corporativa”, explica. Perspectivas de aumento da inflação global e de desaceleração no crescimento em todo o mundo também tornam os investidores mais seletivos.
As diferenças em relação às cotações do lançamento são expressivas. Para se ter uma idéia, a Inpar estreou em bolsa no dia 6 de junho de 2007, a R$ 17,50. Ao fim do pregão de 31 de julho, valia R$ 4,70. Mas nem só de tristezas vivem as novatas: SLC Agrícola, JBS, São Martinho, Marfrig e JHSF brilham com valorizações de 64,8%, 40,2%, 31,2% e 27,1%, respectivamente.


