Programas de diversidade e inclusão têm se tornado cada vez mais populares dentro das empresas. No entanto, as companhias ainda falham na execução dessas ações. Segundo o levantamento "Global Diversity & Inclusion", da consultoria e auditoria PwC, apenas 5% dos programas de diversidade e inclusão analisados em 40 países atendem satisfatoriamente quatro requisitos: compreensão dos fatos atuais; construção de uma estratégia inspiracional; desenvolvimento de liderança engajada e criação de um movimento sustentável. O estudo mostra ainda um descompasso entre as iniciativas promovidas pelas organizações em prol da diversidade e a forma como os colaboradores as enxergam, já que um terço dos entrevistados consideram que elas são uma barreira para o seu desenvolvimento pessoal na companhia.
Onde as empresas estão errando? O que é necessário para que estruturem programas de diversidade e inclusão eficientes? Quais barreiras impedem as empresas de terem equipes mais diversas? Por que iniciativas na área ainda avançam de forma tímida no Brasil?
Para responder essas e outras questões, convidamos para mais um encontro na Conexão Capital: Adriana Ferreira, head de consultoria estratégica na Mais Diversidade, e Mário Aquino Alves, professor integrante do colegiado do Centro de Estudos de Administração Pública e Governo da Fundação Getulio Vargas. A mediação da conversa foi feita por Andrea Chamma, conselheira de administração do Banco Votorantim.
O evento aconteceu no dia 31 de março de 2022.
convidados
Adriana Ferreira head de consultoria estratégica na Mais Diversidade
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Mário Aquino Alvesprofessor integrante do colegiado do Centro de Estudos de Administração Pública e Governo da Fundação Getulio Vargas
Andrea Chammaconselheira de administração do Banco Votorantim
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