Acionistas passaram à frente nos “proxy fights” dos EUA


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Parte desses resultados reflete a iniciativa que um número cada vez maior de companhias vem adotando nos últimos três anos: negociar com os autores das propostas antes da realização da assembléia para, em última instância, convencê-los a retirar os pontos de divergência da pauta da reunião. O levantamento de resultados dos proxy fights que o Institutional Shareholder Services realiza todos os anos já identificava a tendência, que ganhou força em 2007, quando um número recorde de disputas (38%) foi solucionado por meio de negociação. A nova postura das companhias foi estimulada, em parte, pelo crescimento da participação dos fundos hedge no capital das empresas listadas em bolsa nos EUA. Como detêm posições maiores, esses fundos têm mais chances de vitória em caso de briga.
